21/05/2013 - 14:14
Primeira PáginaAssinaturasContactos
  Pesquisar Notícias
Notícias
Região
Sociedade
Economia/Gestão
Saúde
Cultura

Desporto
Segurança
Agricultura
Mulher
Opinião
Igreja

Agenda
Associações
Autarquias
Bibliografia
Cinema
Classificados
Discografia
Directório
Links
Lista Telefónica
Necrologia

As últimas notícias de primeira página -> http://www.alvorada.pt/rss.php

As últimas notícias de primeira página -> http://www.alvorada.pt/rss.php

Publicidade

Mulher

Família base da Sociedade

Última alteração dia
2012-06-01 às 11:51:58


Imprimir Notícia

Com este artigo pretende a equipa da Página Mulher dar continuidade ao tema do mês anterior “Nascer em Portugal”, onde apresentámos alguns dados que nos levam à presente reflexão. Torna-se comum afirmar que a Europa atravessa uma grave crise de natalidade que começa a ter a designação de Inverno Demográfico.


Da pesquisa efectuada sobre este tema citamos o demógrafo Philip Longman autor da obra: “O berço vazio: Como a queda das taxas de natalidade ameaça a prosperidade global” que refere a seguinte ideia “O declínio global das taxas de natalidade é a força mais poderosa que afecta a sustentabilidade das nações e o futuro da sociedade no século XXI”. No mesmo documento refere o seu autor que a queda da taxa de natalidade reduziram para metade nos últimos 50 anos, fenómeno que traz consequências muito graves aos mais diversos níveis. O mesmo autor dá como exemplo a situação da Rússia onde a população cairá um terço até 2050.

De acordo com a nossa realidade foi organizada no nosso país a Associação Portuguesa de Família Numerosas que entre os seus princípios e valores defende os seguintes:

- “Contribuir activamente para uma Cultura da Vida e dos Valores da Família;
- Promover uma Civilização de Vida e de Amor, defendendo os direitos e deveres da Família;

- Defender a Qualidade de Vida das famílias nos diversos aspectos: físico, material, cultural e espiritual;

- Ajudar os casais jovens a não terem medo de assumir compromissos de fidelidade e responsabilidade e a manterem-se abertos à vida;

- Fomentar o respeito pela liberdade de os casais decidirem, com sentido de responsabilidade, o número de filhos que desejam ter”.

Estes princípios enquadram-se em valores de ética e solidariedade que emanam do documento: “Familiaris Consortio” 472, magna carta da Pastoral Familiar, da qual se celebrou o XXX aniversário em 2011.

“Na sua função procriadora a família é mesmo condição de existência da própria sociedade. A legitimação da família está fundada na própria natureza humana e não no reconhecimento da lei civil. Ela antecede ao próprio Estado, por isto ela não existe em função do Estado, antes o contrário a sociedade e o Estado é que existem para a família”.

Uma família equilibrada e feliz é, em nosso entender a base da sociedade, célula construtora de laços que unem os seus membros em tempos de adversidade, por isso não podemos concluir este artigo sem deixar de referir o Encontro Mundial de Famílias em Milão, cujo início foi a 30 de Maio e que se prolonga até 3 de Junho.

Este encontro tem como objectivo reconsiderar a perspectiva da família aberta à vida e inserida na sociedade e na Igreja. Neste encontro serão ainda debatidas as questões de preparação eclesial e cultural sobre a vida concreta das famílias, promovendo uma reflexão e um compromisso destinados a reconciliar as exigências e os tempos de trabalho com aqueles da família.

A Europa tem de caminhar para a construção duma sociedade em que a família seja o seu núcleo para a construção duma cultura de alegria, solidariedade e estar em paz, numa estrutura que faz parte da condição humana.

Equipa Página Mulher



Voltar     Topo


CotoNet, Lda