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Parlamento aprova recomendações para criação de Unidade de Cuidados Intensivos do Oeste

Hospital de Torres Vedras urgencia II

A Assembleia da República aprovou hoje duas recomendações ao Governo, do Bloco de Esquerda e do PCP, para que seja criada uma Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) no CHO - Centro Hospitalar do Oeste. Uma das recomendações tinha sido apresentada pelos bloquistas em Abril, enquanto a do PCP tinha sido apresentada já este mês.

No diploma, os deputados do BE consideram “urgente que o Governo tome as diligências necessárias para garantir a constituição de uma Unidade de Cuidados Intensivos no Centro Hospitalar do Oeste”, para “aumentar a capacidade de resposta da região à pandemia [de Covid-19] e ao risco de surgimento de novas vagas, mas também para outras patologias”. No documento, os deputados lembram que o CHO, formado pelos hospitais das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche, serve uma população aproximada de 300 mil pessoas de vários concelhos, que “passaram grandes dificuldades recentemente devido à ausência de Unidade de Cuidados Intensivos na região”.

Em 30 de Abril, durante uma visita ao Hospital das Caldas da Rainha, o secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, admitiu que a UCI "foi uma das muitas necessidades que a pandemia evidenciou” e anunciou que esta "vai ser concretizada", estando a Rede Nacional de Especialidade Hospitalar e Referenciação de Medicina Intensiva "a trabalhar intensamente no seu planeamento". Sem se comprometer com datas para a sua concretização, o governante adiantou que a Unidade de Cuidados Intensivos vai ser dotada de 12 camas e vai ficar dispersa pelos hospitais de Caldas da Rainha e de Torres Vedras.

Já depois deste anúncio, no dia 5, o PCP apresentou também um projecto de resolução, recomendando ao Governo que “dê resposta aos anseios da população do Oeste face ao seu Centro Hospitalar, tomando as medidas necessárias para dotar o CHO de uma Unidade de Cuidados Intensivos e renovar as instalações das unidades existentes, garantindo uma maior capacidade de resposta da região à pandemia e aumentando a qualidade e quantidade dos demais serviços essenciais prestados à população”.

Texto: ALVORADA com agência Lusa
Fotografia: Sofia de Medeiros/ALVORADA (arquivo)